WhatsApp

Nosso WhatsApp | (87) 9 8812-6544

terça-feira, 25 de março de 2025

ATENÇÃO - ATENDIMENTO VETERINÁRIO GRATIS EM NOSSA CIDADE, JÁ E AMANHÃ ATRAVÉS DA SECRETARÍA DO MEIO AMBIENTE E DEFESA ANIMAL DE ARARIPINA , PE.


 

Você que tem um animalzinho e precisa de atendimento veterinário, todas as quartas-feiras na secretária do meio ambiente e causa animal temos atendimento com um veterinário.

Estamos localizados na rua da afagu, em frente a auto escola São Rafael.

Por Blog do Flávio Galdino

sábado, 22 de março de 2025

Deputado Fernando Filho confirma obra de duplicação na BR-316 em Araripina, PE


 O deputado federal Fernando Filho confirmou, na noite desta sexta-feira (21), a duplicação de seis quilômetros do trecho urbano da BR-316 em Araripina, no Sertão de Pernambuco. O anúncio foi feito durante o evento de lançamento do projeto Alameda dos Jardins.

A obra promete melhorar a mobilidade urbana e a infraestrutura da cidade, facilitando o tráfego e trazendo mais segurança para motoristas e pedestres. Fernando Filho tem uma longa parceria política com Evilásio Mateus e já viabilizou diversas obras para Araripina ao longo dos anos. O parlamentar destacou a importância da duplicação da BR-316 e reforçou seu compromisso com o desenvolvimento da região..

Redação: Allyne Ribeiro – Foto: Jayne Soares

PORQUE LULA PEDIU ANISTIA EM 1980 ? É AGORA ELE E CONTRA A ANISTIA PARA OS OUTROS BRASILEIROS


 Sim, Lula já pediu anistia no passado. Em 1980, quando era líder sindical, foi preso por liderar greves no ABC Paulista e posteriormente solicitou anistia para limpar sua ficha criminal.

Atualmente, ele se posiciona contra a anistia para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023, que invadiram as sedes dos Três Poderes e foram condenados a até 17 anos de prisão. Lula defende que os responsáveis sejam punidos e argumenta que conceder anistia significaria enfraquecer a democracia. Essa postura tem gerado críticas, especialmente de setores que apontam uma contradição em sua trajetória..

Por Flávio Galdino / redes sociais brasileirass

Em grande evento, prefeito Evilásio Mateus lança Alameda Dos Jardins, obra pioneira em Pernambucano


 Araripina está prestes a vivenciar uma transformação sem precedentes

Nesta sexta-feira (21), a Prefeitura de Araripina realizou o lançamento oficial do projeto Alameda dos Jardins, em um evento no auditório da Faculdade de Medicina (FAP) que reuniu grandes figuras políticas pernambucanas. Trata-se de um projeto arquitetônico inovador na Avenida Antônio de Barros Muniz, que promete revolucionar a paisagem urbana da cidade e elevar a qualidade de vida da população.

Com uma área de mais de 7.390m², o Alameda dos Jardins se destaca por sua arquitetura moderna, pavimentação inovadora e arborização planejada. Esse espaço inédito em Pernambuco vai oferecer um ambiente urbano sofisticado e acolhedor, pensado para promover o bem-estar da população e estimular o desenvolvimento econômico e social da região. Durante o evento o prefeito Evilásio Mateus assinou um termo para garantir a estadia dos quiosques na praça.

O prefeito Evilásio Mateus (PDT) expressou grande entusiasmo com o projeto, destacando a relevância da iniciativa para a cidade “Hoje é um dia histórico para Araripina. Estamos trazendo um projeto que irá transformar nossa cidade, oferecendo um novo conceito de urbanismo e sustentabilidade. Este é apenas o começo de uma nova era para nossa população, com infraestrutura moderna e qualidade de vida. Pois esse projeto é pensado para os Araripinenses, promovendo um futuro sustentável. Araripina merece o que é bom, merece qualidade e por isso trouxemos o projeto Alameda dos Jardins e é só com cuidado que a gente transforma“.

O deputado estadual Fernando Filho (UNIÃO) também reforçou a importância da Alameda dos Jardins para o progresso de Araripina e ressalta a alegria de ver Evilasio prefeito da cidade: “Esse projeto demonstra o compromisso da gestão municipal com o futuro da cidade. Investir em infraestrutura urbana moderna é essencial para atrair novos investimentos e melhorar a vida das pessoas. Estamos juntos com Evilásio para garantir que essa iniciativa se torne realidade“.

O vice-prefeito Bringel Filho (PDT) ressaltou a grandiosidade do empreendimento e sua contribuição para o desenvolvimento local: “Esse projeto é um sonho para nossa Araripina. A nossa responsabilidade é com o povo de Araripina, para transformar nossa arquitetura nunca viu nada parecido! A Alameda dos Jardins é um projeto que irá inspirar futuras gerações e ajudar também os que tem sua renda estabelecida nos quiosques alo presentes. Esse é um passo importante para consolidar nossa cidade como referência em urbanismo e infraestrutura moderna no Sertão pernambucano“.

O arquiteto do projeto Helém Marcos destacou o entusiasmo em fazer um projeto para Araripina e o urbanismo e arborização e trazer elementos da nossa região “Nossa gente precisa do bem estar, de lugares fluídos, como uma pessoa nascida aqui na região do Araripe eu sei da importância de uma obra dessa magnitude e fazer um projeto para Araripina é uma realização para trazer boa urbanização e uma arquitetura inclusiva para nossa gente”.

Diferente de tudo o que já foi visto em Pernambuco, a Alameda dos Jardins será um marco no desenvolvimento urbano de Araripina. Unindo beleza, infraestrutura moderna e sustentabilidade, o projeto foi idealizado para transformar a cidade e oferecer um novo conceito de urbanismo e conforto. A Prefeitura de Araripina segue comprometida com o avanço e a inovação, trazendo melhorias que impactam diretamente a vida dos munícipes. A Alameda dos Jardins é a prova de que o futuro de Araripina está sendo construído hoje!

Assessoria de Imprensa/Foto: Jayne Soares

Cantor Rafa Diniz morre afogado na Ilha do Fogo, entre Petrolina-PE e Juazeiro-BA


 Muito conhecido no cenário musical do Vale do São Francisco, o cantor Rafa Diniz morreu afogado nessa sexta-feira, 21, na Ilha do Fogo, ponto turístico entre as cidades de Petrolina-PE e Juazeiro-BA.

Segundo informações, o artista estava no local analisando o ambiente para uma gravação audiovisual e entrou no Rio São Francisco para tomar um banho. Acabou arrastado pela correnteza e se afogando. Equipes de resgate foram acionadas, mas Rafa teve a morte constatada na ilha.

O corpo do cantor foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Petrolina, mas ainda não há informações sobre o velório e sepultamento. (Blog do Chico Gomes)

Araripina: Vereadores participam do lançamento oficial da Alameda dos Jardins


 Os vereadores Francisco Edivaldo (PP), Sansão do Cabelão (PP), Divona da Rancharia (PP), Evandro Delmondes (PDT), Kallígia Mateus (PDT), Luciano Capitão (PDT), Rafael Sampaio (PDT), Izabel da Saúde (Republicanos) e Elias de Chicão (Podemos), participram na noite desta sexta-feira, 21, do lançamento oficial da Alameda dos Jardins, obra pioneira em Pernambuco.

O ato de lançamento aconteceu no auditório da Faculdade de Medicina e contou ainda com a presença do deputado federal Fernando Filho (UB). Os vereadores participaram do evento a convite do prefeito Evilásio Matheus (PDT), responsável pelo lançamento deste importante projeto arquitetônico, paisagista e urbanista.

Trata-se de um projeto arquitetônico inovador na Avenida Antônio de Barros Muniz, que promete revolucionar a paisagem urbana da cidade e elevar a qualidade de vida da população.

Com uma área de mais de 7.390m², o Alameda dos Jardins se destaca por sua arquitetura moderna, pavimentação inovadora e arborização planejada. Esse espaço inédito em Pernambuco vai oferecer um ambiente urbano sofisticado e acolhedor, pensado para promover o bem-estar da população e estimular o desenvolvimento econômico e social da região. Durante o evento o prefeito Evilásio Mateus assinou um termo para garantir a estadia dos quiosques na praça.

O presidente da  Câmara Municipal, Francisco Edivaldo, falou em nome de todos os vereadores e na ocasião reforçou o compromisso do Legislativo Municipal em manter essa relação harmoniosa e respeitosa com o Executivo e poder participar e contribuir com as grandes conquistas do município. “Essa obra representa um marco na gestão do prefeito Evilásio e por isso estamos aqui para apoiar essas iniciativas inovadoras e que colocam Araripina na vanguarda do futuro e do desenvolvimento”, expressou.

Isso não é justiça: Moraes condena uma cidadã que nem sequer deveria ter sido julgada pelo STF


 Por Estadão

Na tarde de ontem, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes votou para condenar a sra. Débora Rodrigues dos Santos a 14 anos de prisão. A cabeleireira de Paulínia, cidade do interior de São Paulo, não cometeu um crime de sangue. Tampouco aplicou um grave golpe na praça ou desviou milhões de reais em recursos públicos, como tantos que caminham livremente pelas ruas País afora. Armada com um batom, a ré pichou, na estátua da Justiça em frente à sede da Corte durante os atos golpistas no 8 de Janeiro, os dizeres “Perdeu, mané” – uma referência à infeliz frase dita pelo presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, a um bolsonarista que o admoestou em Nova York, em novembro de 2022. No mundo da justiça e da sensatez, foi este, e apenas este, o seu crime.

Já para a Procuradoria-Geral da República (PGR) e para o ministro Alexandre de Moraes, Débora dos Santos praticou cinco delitos gravíssimos: tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; tentativa de golpe de Estado; associação criminosa armada; dano qualificado contra o patrimônio da União; e deterioração de patrimônio público tombado. Nada menos. Como exatamente ela praticou cada um deles tendo se comportado como se comportou naquele dia fatídico, parece não ter importância. Presa preventivamente, por ordem de Moraes, desde 17 de março de 2023, a ré agora está prestes a receber uma pena – caso a decisão do relator seja confirmada por seus pares – que ultrapassa, e muito, as penas a que foram condenados criminosos muito mais perigosos do que ela para a sociedade. Por si só, isso abala ainda mais a já desgastada imagem do STF aos olhos de muitos brasileiros de boa-fé que acompanham, atônitos, a forma como o STF tem conduzido os julgamentos dos atos golpistas.

Não resta a menor dúvida de que, por ter praticado atos tipificados como crimes pela legislação penal em vigor no País, Débora dos Santos deveria mesmo receber uma sanção judicial após o transcurso do devido processo legal – que, a rigor, deveria ter começado no foro indicado, qual seja, a primeira instância, e não a última, o que impede que a uma cidadã sem prerrogativa de foro seja plenamente assegurado o direito ao duplo grau de jurisdição. Mas a qualquer pessoa minimamente sensata, imbuída de boa-fé e, sobretudo, senso de justiça, uma pena tão draconiana como a imposta à ré pelo ministro Alexandre de Moraes não passa nem sequer por razoável, que dirá por justa. Lamentavelmente, e não apenas para o STF, mas para todo o País, senso de justiça é o que faltou ao sr. Moraes no julgamento desse caso.

Não há virtude maior para um juiz do que o senso de justiça. No julgamento de um caso concreto, o magistrado não se limita – ou não deveria se limitar – à aplicação mecânica da lei. Julgar implica um exame profundo das circunstâncias e das consequências da decisão a ser tomada, a culminação de uma exegese equilibrada que não por acaso tem uma balança como símbolo. Ao se debruçar sobre as provas trazidas aos autos e ouvir os argumentos da acusação e da defesa, um juiz há de ter a habilidade de enxergar além da letra da lei. Chega a ser constrangedor para este jornal ter de colocar essas palavras no papel diante de um caso sendo julgado por nada menos do que a mais alta instância judicial do País.

Malgrado não ser, como já foi dito, a sede adequada para o julgamento de Débora dos Santos e tantos outros cidadãos envolvidos no 8 de Janeiro que não têm foro especial por prerrogativa de função, ainda há tempo para que o colegiado do STF corrija a flagrante injustiça do ministro Alexandre de Moraes. Deveria ser ocioso dizer que a aplicação da lei deve ser feita com equilíbrio, razoabilidade e sensatez. Nada disso há no voto condenatório do sr. Moraes.

No caso concreto de Débora dos Santos, o STF deve refletir profundamente sobre a real gravidade de sua conduta, da qual a ré já se desculpou por escrito tanto à Corte como à Nação. A um tempo, o Supremo não só preservará a função social da pena, como evitará uma sobrecarga punitiva que mais parece um recado simbólico do que, de fato, um ato de justiça.