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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

oragido, Oruam surge de tornozeleira eletrônica em clipe de nova música e provoca Justiça


 Foragido desde o início de fevereiro, o rapper Oruam lançou, na última terça-feira (24), um clipe de uma nova música no YouTube, com letras em provocação à Justiça.


No vídeo de "Freestyle de um foragido", ele aparece num quarto e exibe a tornozeleira eletrônica enquanto entoa versos como "Acho que estou lutando a guerra do meu pai / Acho que estou pagando um pecado que nem é meu" e "Acho que o culpado sou eu / Esperar algo em troca de alguém que só quer me matar".

Desde julho de 2025, Mauro Davi Nepomuceno dos Santos que adota a alcunha artística de Oruam e é filho do traficante Marcinho VP, chefe do Comando Vermelho e atualmente preso em penitenciária federal fora do Rio de Janeiro é acusado por tentativa de homicídio contra o delegado Moysés Santana Gomes e o oficial de cartório Alexandre Alves Ferraz.

Junto ao amigo Willyam Matheus Vianna Rodrigues Vieira, que também teve a prisão preventiva decretada pelo mesmo motivo, Oruam foi flagrado em vídeos, no dia 22 de julho de 2025, atacando os policiais com pedras quando os agentes foram à casa do rapper, no Joá, bairro da Zona Oeste carioca, para cumprir uma ordem de apreensão contra um adolescente infrator.

 

O rapper estava em liberdade vigiada desde setembro, quando deixou a cadeia após passar dois meses preso. De lá pra cá, Oruam teria violado a tornozeleira eletrônica quase 70 vezes, segundo autoridades. Desde o dia 2 de fevereiro, a tornozeleira eletrônica está desligada. Por isso, a Justiça determinou que o acusado voltasse à prisão preventiva. Mas ele não foi localizado em nenhum dos endereços comunicados e segue foragido desde então.

O que Oruam diz?
A defesa de Oruam alega que o artista "corre risco de agravamento de seu quadro mental diante da possibilidade de estar em ambiente prisional". Seria uma justificativa do porquê de o rapper ainda não ter se apresentado à Justiça, após ter a prisão decretada pela segunda vez.

Diante da repercussão do caso, o rapper lançou uma nova música em que diz que se sente perseguido, definindo-se como "gângster" e "sujeito homem".

Na petição apresentada pela defesa do jovem carioca de 25 anos, um psiquiatra assina um laudo em que o artista é diagnosticado com "Transtorno de Ansiedade Generalizada, Transtorno de Ajustamento e Transtorno Depressivo Moderado".

O especialista que avaliou o rapper aponta também um possível "risco de agravamento de seu quadro mental diante da possibilidade de estar em ambiente prisional". Há a prescrição de medicação controlada diante da situação.

Agência Brasil



Desembargador do TJMG recua e condena homem de 35 anos que abusou de menina de 12

 

Magid Nauef Láuar é o relator do caso que absolveu homem de 35 anos por estupro de adolescenteDivulgação/TJMG

O desembargador Magid Nauef Láuar, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, reformou a decisão que havia absolvido um homem de 35 anos acusado de estuprar uma menina de 12 anos e restabeleceu a condenação imposta em primeira instância.

Agora, o magistrado voltou atrás e fixou pena de 9 anos e 4 meses de reclusão para cada um - homem de 35 anos e a mãe da adolescente, por conivência - a ser cumprida em regime inicialmente fechado.


O processo tramita sob segredo de Justiça. A absolvição foi proferida pela 9ª Câmara Criminal do TJMG. O relator do processo, desembargador Magid Nauef Láuar, entendeu anteriormente que havia um “vínculo afetivo consensual” entre o réu e a vítima, o que levou à reversão da sentença de primeira instância, que havia condenado o homem a nove anos e quatro meses de prisão.

Repercussão da decisão anterior

O corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell, instaurou um Pedido de Providências para apurar a atuação do TJMG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais) e do desembargador Magid Nauef Láua, relator do processo que absolveu um homem de 35 anos acusado de estupro de uma criança de 12 anos.

A decisão provocou forte reação no meio jurídico e entre órgãos de controle. O corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell, instaurou um Pedido de Providências para apurar a atuação do tribunal e do magistrado no caso. Foi determinado que o TJMG e o desembargador prestem informações no prazo de cinco dias.

Em nota, o Tribunal informou que o processo tramita em segredo de Justiça e que prestará todos os esclarecimentos solicitados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) também anunciou que vai analisar a decisão e já identificou aspectos jurídicos passíveis de impugnação. O órgão informou que adotará as medidas processuais cabíveis para assegurar a aplicação da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Em nota, o Ministério Público reforçou que a legislação brasileira considera qualquer relação sexual com menores de 14 anos como estupro de vulnerável. “Tal diretriz normativa visa resguardar o desenvolvimento saudável e a dignidade sexual dessa população, tratando-os como bens jurídicos indisponíveis, que se sobrepõem a qualquer interpretação fundada em suposto consentimento da vítima ou anuência familiar”, destacou.

A decisão também gerou repúdio da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A entidade citou o Código Penal e afirmou que a lei não admite consentimento, união informal ou qualquer exceção em casos que envolvam menores de 14 anos. “Menina de 12 anos é criança, não tem maturidade física, emocional ou jurídica para consentir. A Constituição impõe proteção integral e o Estatuto da Criança e do Adolescente reafirma o dever do Estado e da sociedade”, declarou a secretária-geral da OAB, Rose Morais.

O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania também criticou a decisão. Em nota, a pasta destacou que o Brasil adota o princípio da proteção integral de crianças e adolescentes e que são inadmissíveis a anuência familiar ou a autodeclaração de vínculo conjugal para relativizar violações. O ministério afirmou ainda que repudia o casamento infantil, prática considerada grave violação de direitos humanos.

Minas Gerais|Cler Santos, do R7.

Ex-dirigentes do INSS fecham delação e entregam Lulinha e políticos


 O site Metrópoles apurou que o ex-procurador do INSS Virgílio Oliveira Filho e o ex-diretor de Benefícios da autarquia, André Fidelis, entregaram o filho mais velho do presidente Lula, Fábio Luís Lula da Silva, e detalharam o envolvimento de políticos no esquema.

Entre os políticos citados pelos delatores está Flávia Péres (ex-Flávia Arruda). Ela foi ministra da Secretaria de Relações Institucionais (SRI) do governo Jair Bolsonaro. É a primeira vez que o nome dela aparece associado ao esquema. Flávia é mulher do economista Augusto Lima, ex-CEO do Banco Master e ex-sócio do empresário mineiro Daniel Vorcaro.

Os dois delatores estão presos desde 13 de novembro.

Virgílio Filho é acusado pela PF de receber R$ 11,9 milhões de empresas ligadas às entidades que faziam os descontos ilegais nas aposentadorias. Desse total, R$ 7,5 milhões teriam vindo de empresas de Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS.

Os repasses teriam sido enviados a empresas e contas bancárias da esposa do ex-procurador, a médica Thaisa Hoffmann Jonasson.

Já André Fidelis teria recebido R$ 3,4 milhões em propina entre 2023 e 2024, segundo os investigadores.

Como mostrou a coluna de Andreza Matais no Metrópoles, o próprio Careca do INSS também prepara uma proposta de delação premiada. A disposição dele em delatar cresceu após familiares do empresário virarem alvo das investigações, como o filho Romeu Carvalho Antunes e a esposa, Tânia Carvalho dos Santos.

Eric Fidelis, filho do ex-diretor do INSS, também foi preso.

A advogada Izabella Borges, que representa Virgílio Oliveira Filho, negou que exista delação em andamento. A reportagem tenta contato com a defesa de André Fidelis.

Quem são Virgílio Filho e André Fidelis na Farra do INSS

Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho era servidor de carreira da Advocacia-Geral da União (AGU) e exerceu o cargo de procurador do INSS — ou seja, atuava como principal consultor jurídico do órgão.

Em novembro passado, ele se entregou à Polícia Federal em Curitiba (PR), após ter um mandado de prisão expedido contra si na 4ª fase da Operação Sem Desconto, que investiga a chamada Farra do INSS. A mulher dele, a médica Thaisa Hoffmann Jonasson, também foi presa.

Em outubro de 2023, quando ainda estava no INSS, Virgílio Filho se manifestou favoravelmente aos descontos nos benefícios de 34.487 aposentados, em favor da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag).

A Polícia Federal acusa Virgílio de receber R$ 11,9 milhões de empresas ligadas às entidades que fraudaram o INSS. Desse montante, pelo menos R$ 7,5 milhões vieram de firmas do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS. A PF também identificou um aumento patrimonial de Virgílio da ordem de R$ 18,3 milhões.

Como mostrou a coluna, as aquisições do procurador e de sua mulher incluíram um apartamento de R$ 5,3 milhões em Curitiba (PR), comprado após ele se tornar alvo da PF. A mulher dele chegou a reservar um apartamento de R$ 28 milhões na Senna Tower, em Balneário Camboriú (SC).

Já André Fidelis foi diretor de Benefícios do INSS em 2023 e 2024. Ele é acusado de receber pagamentos das entidades para permitir os descontos automáticos na folha dos aposentados.

Segundo o relator da CPMI do INSS, o deputado Alfredo Gaspar (União-AL), André Fidelis foi o diretor que mais “concedeu acordo de cooperação técnica (ACT) da história do INSS”. Na gestão dele, foram habilitadas 14 entidades, que descontaram R$ 1,6 bilhão dos aposentados.

Fonte: Sate Metrópoles .

Ex-senador Fernando Bezerra e filhos são alvo da PF


 A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quarta-feira (25/2), a Operação Vassalos para investigar um esquema de desvio de recursos públicos ligado a emendas parlamentares e a fraudes em processos licitatórios.

A coluna apurou que o deputado federal Fernando Coelho Filho (União-PE) é um dos alvos, assim como o seu pai, o ex-senador Fernando Bezerra (MDB-PE), e o seu irmão, o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho.

A ação apura crimes como frustração do caráter competitivo de licitação, fraude em contratos administrativos, peculato, corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

o todo, são cumpridos 42 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em Pernambuco, na Bahia, em São Paulo, em Goiás e no Distrito Federal.

Segundo a investigação, uma organização formada por agentes públicos e empresários teria atuado de forma estruturada para direcionar licitações a uma empresa vinculada ao grupo. Em troca, parte dos valores obtidos seria usada para o pagamento de vantagens indevidas e para a ocultação de patrimônio.

As apurações indicam que o esquema utilizava contratos financiados com recursos de emendas parlamentares como principal fonte dos desvios. A Polícia Federal informou que o material apreendido será analisado para aprofundar a identificação dos envolvidos, mapear o fluxo do dinheiro e dimensionar o prejuízo aos cofres públicos.

Por Roberto Gonçalves  / FG.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

ARARIPINA - QUEBRA DE FEIXE DE MOLAS FEZ CAMINHÃO CARREGADO DE CIMENTO TOMBAR NO CENTRO


 “A quebra do feixe de mola traseiro do lado esquerdo”, esse foi o motivo do tombamento de um caminhão Ford/ F12000 160, de cor branca, ano 2000, modelo 2001, placa KKM-2475, Recife-PE, carregado de sacos de cimento, na manhã de sexta-feira 20/02, no cruzamento das ruas José Barreto de Souza Sombra com a 11 de Setembro, área central de Araripina..

Apesar do susto o motorista saiu ileso. Pessoas que passavam no local naquele momento também ficaram assustadas, mas rapidamente a polícia militar junto com a AMMTT foram até o local para organizar o trânsito, e momentos depois o caminhão foi desvirado, e o fluxo continuou normal.
Foto/ Vídeos – Reprodução Internet

ARARIPINA - COLISÃO FRONTAL ENTRE DOIS VEÍCULOS DEIXA DOIS MORTOS E DOIS FERIDOS NA BR-316 PRÓXIMO A MARCOLÂNDIA-PI


 A colisão frontal entre dois veículos por volta das 09:30 da manhã desta segunda-feira 23/02, na BR-316, imediações do Restaurante Boca Louca, zona rural de Araripina, deixou duas pessoas mortas e outras duas gravemente feridas. Conforme informações policiais, relatos de testemunhas e do motorista da carreta, que também foi envolvido no acidente, o condutor de um veículo Fiat Siena de cor preta, seguia no sentido Marcolândia-PI à Araripina, quando tentou ultrapassar a carreta colidiu de frente com um Toyota Corolla de cor branco que vinha em sentido contrário e era conduzido por uma empresária de Araripina.

Ainda segundo informações, devido a batida muito forte, duas pessoas que vinham no Fiat Siena, motorista e passageiro, morreram no local, sendo identificadas por Marivaldo de Santa Lacerda de 51 anos, o qual residia em Araripina, e Alberto Valderi Martins, de 44 anos, também conhecido por Gerente, o qual residia na cidade de Caldeirão Grande-PI, foto acima. Saíram feridas duas pessoas, inclusive a condutora do Corolla, as quais foram socorridas para a UPA de Araripina, e devido a gravidade dos ferimentos foram transferidas para o Hospital Regional Fernando Bezerra na cidade de Ouricuri-PE.
Equipes da PRF, polícia militar de Pernambuco, polícia civil, SAMU de Marcolândia-PI e corpo de bombeiros de Araripina estiveram presentes e ajudaram no socorro às vítimas, inclusive as que estavam presas às ferragens. O motorista da carreta não teve ferimentos, realizou o teste do bafômetro e deu normal. O caso foi registrado na DPC local e um Inquérito Policial foi instaurado para apurar o fato.

Fotos – Reprodução Internet

Pernambuco oferece mil bolsas de R$ 1.240 pelo ‘Programa PE no Campus’ em 2026


 O Governo de Pernambuco vai disponibilizar mil bolsas de estudo por meio do ‘Programa PE no Campus’ no exercício de 2026. O decreto foi assinado pela governadora Raquel Lyra e publicado no Diário Oficial do Estado neste sábado (21). A iniciativa é voltada para estudantes egressos da rede pública estadual que ingressarem no ensino superior..

O estudante selecionado receberá uma Bolsa de Apoio à Permanência no valor de R$ 1.240 mensais durante o primeiro ano letivo. No segundo ano, o benefício passa a ser denominado Bolsa de Manutenção, no valor de R$ 620 por mês.

O auxílio é destinado exclusivamente a alunos classificados por meio do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ou pelo Sistema Seriado de Avaliação (SSA) da Universidade de Pernambuco. Estudantes de instituições privadas também poderão participar, desde que comprovem bolsa integral na graduação.

O pagamento poderá ser suspenso caso o estudante ultrapasse 25% de faltas no semestre, tranque a matrícula ou não curse pelo menos 80% da carga horária prevista. Também será exigido desempenho acadêmico mínimo, conforme edital, além da atualização dos dados socioeconômicos.

Para se candidatar, é necessário: Ter cursado todo o ensino médio na rede pública estadual; Ter concluído o ensino médio há no máximo cinco anos; Possuir renda familiar de até três salários mínimos; Comprovar residência em município distante, no mínimo, 30 km da instituição de ensino superior onde foi admitido. Das mil bolsas ofertadas, 10% serão destinadas a estudantes classificados pelo SSA da Universidade de Pernambuco.

Em cada modalidade (Enem e SSA), 25% das vagas serão reservadas para grupos específicos, distribuídos da seguinte forma: 5% para mulheres vítimas de violência doméstica ou familiar; 5% para pessoas com deficiência, doenças graves ou raras e pessoas com transtorno do espectro autista (TEA); 5% para pessoas idosas; 5% para pessoas vinculadas à atividade rural em regime de economia familiar; 5% para integrantes de povos indígenas ou comunidades quilombolas. Caso as vagas reservadas não sejam preenchidas, elas serão destinadas à ampla concorrência.

O programa tem como objetivo ampliar o acesso e a permanência de estudantes da rede pública no ensino superior, reduzindo desigualdades e fortalecendo a formação acadêmica no Estado.

Por - Flávio Galdino / Martinho Filho