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quarta-feira, 17 de maio de 2023

proposta para reajuste do piso salarial dos professores


proposta do governo de Pernambuco para reajuste do piso salarial dos professores foi enviada pela governadora Raquel Lyra (PSDB), nesta quarta-feira (17), à Assembleia Legislativa do Estado (Alepe). O texto aplica o reajuste previsto pelo Ministério da Educação, que eleva o piso de R$ 3.845,63 para R$ 4.420,55. No entanto, não chega a toda a categoria.

“Serão igualmente fixados, nos mesmos prazos e condições estabelecidos nesta Lei Complementar, em R$ 4.420,55 (quatro mil, quatrocentos e vinte reais e cinquenta e cinco centavos), para uma jornada laborativa de 200 (duzentas) horas-aula mensais, os valores nominais dos salários dos Professores cuja natureza jurídica de seu vínculo contratual com a Secretaria de Educação e Esportes tenha por fundamento o disposto na Lei nº 14.547, de 21 de dezembro de 2011”, diz trecho do texto enviado pela governadora à Alepe.

Em outras palvras, o reajuste de 14,95%, que eleva o piso salarial dos professrores em 2023 para o valor de R$ 4.420,55 está sendo pago aos professores com graduação e do antigo  piso pago no valor de R$ 3.315,41

O sindicato dos profissionais da educação em Pernambuco, Sintepe tem reclamado que a proposta só  contempla 6.281 mil professores efetivos e CTDs (temporários), deixando de fora mais de 52 mil professores/as efetivos/as, aposentados/as, administrativos/as e analistas.

Apesar disso, a governadora justifica no texto que “a presente proposição, ao assegurar o cumprimento, pelo Estado de Pernambuco, no que diz respeito ao valor do piso salarial profissional nacional do magistério público estadual, demonstra o compromisso do Governo Estadual com a valorização dos profissionais da área”.

O Sintepe, por sua vez, diz que a proposta não leva em consideração a diferenciação entre Magistério, Licenciatura Plena e Especialização, já que não aplica de forma uniforme o reajuste do piso, reduzindo a diferença salarial entre as remunerações mais baixas e as mais altas.

Aos profesores do magistério, assim como os que não possuem nenhuma habilitação específica (graduados), o pagamento ficará da seguinte forma: 

200 horas (R$ 4.420,55)

150 horas (R$ 3.315,41)

Os valores, ainda de acordo com a proposição, serão pagos de forma retroativa a janeiro de 2023 no período de junho a agosto deste ano.

No mês de junho serão pagos os valores retroativos referentes ao mês de janeiro/2023; em julho, valores retroativos referentes aos meses de fevereiro e março de 2023; e, em agosto, valores retroativos referentes aos meses de abril e maio deste ano. O pedido da governadora é de que o texto seja apreciado em regime de urgência. (JC Online)



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