O Painel de Ouvidoria do Distrito Federal coleciona reclamações de falta de acessibilidade nos ônibus da capital. Em 2023, foram registradas 149 contestações em relação a problemas enfrentados por Pessoas com Deficiência (PcD) nos coletivos. Já em 2022, o número foi ainda maior, 196. Apenas este ano, o painel já contabilizou cinco reclamações.
Os maiores prejudicados são. os cadeirantes, que sofrem com elevad0ores quebrados, motoristas que não param nos pontos, falta de estrutura adequada nas paradas de ônibus e ausência de empatia.“Os elevadores sempre estão sucateados. É muito difícil esses elevadores serem fiscalizados ou monitorados”, comentou ao Jornal de Brasília a militante da causa PcD, Telva Lima
Como cadeirante, Telva conhece de perto os problemas, e completou: “Eu sair de dentro da minha casa já começa a dificultar a acessibilidade. São muitos buracos nas ruas, calçadas com declives, postes no meio das calçadas. A nossa acessibilidade está deixada à solta, infelizmente. Quando chegamos nas paradas de ônibus é outro problema, nem todas tem uma adaptação para a pessoa com deficiência. Muitas vezes a baia é distante e o motorista, quando para, acaba parando no meio da pista e fica difícil para o cadeirante entrar no ônibus”
R7.com

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